【RESSACA】O que Fazer Para Aliviar a Ressaca?

Ressaca é pior para as mulheres?

Remedio bom para Ressaca. Se você é uma mulher que está lendo isso enquanto se sente um pouco ruim, você pode querer pegar outra pílula de dor de cabeça.

Os cientistas descobriram que não só as mulheres ficam bêbadas mais rapidamente do que os homens, mas também sofrem as piores ressacas.

A descoberta vem de um estudo importante sobre os hábitos de consumo de centenas de estudantes universitários nos Estados Unidos.

“Isso faz sentido biológico, porque as mulheres tendem a pesar menos e têm menores porcentagens de água corporal do que os homens.”

“Então devem atingir níveis mais altos de intoxicação e, presumivelmente, mais ressaca por unidade de álcool”, disse Wendy Slutske, da Universidade de Missouri-Columbia.

A professora de psicologia liderou o estudo de 1.230 estudantes, que disseram que suas queixas mais comuns de ressaca são:

– Sede ou desidratação

– Cansaço

– Dor de cabeça

– Náusea

– Vômito.

 

Os sintomas se mostraram muito piores em mulheres que haviam bebido a mesma quantidade que os homens.

Professora Slutske disse que isso pode ser causado pelas diferenças no peso corporal, percentual de água corporal e níveis de gordura, mas ele quer realizar mais pesquisas para encontrar a causa exata.

O estudo foi parte de um projeto para projetar uma “escala de ressaca”, que irá medir os sintomas físicos e psicológicos depois de beber demais na noite anterior.

Os pesquisadores precisam de tal escala para melhorar a pesquisa científica sobre os efeitos do álcool no organismo.

Embora o estudo possa parecer relativamente despreocupado, os efeitos do consumo excessivo sobre as mulheres são potencialmente fatais.

Na Grã-Bretanha, o número de mulheres entre 16 e 24 anos que bebiam quantidades “inseguras” de vinho, cerveja ou destilados subiu de 29% em 1988 para 52% em 2000.

Os números oficiais mostram que o total de mortes por doenças relacionadas ao álcool subiu duas vezes nas últimas duas décadas.

Mortes entre mulheres de doenças do fígado causadas por abuso de álcool triplicaram em apenas sete anos para oito por 100.000 em 2000.

Também se teme que o consumo excessivo de álcool prejudique as crianças ainda não nascidas, incluindo danos cerebrais, surdez e problemas cardíacos.